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A arte traz alegria,trabalho e encantamento, valorizando e eternizando os grandes momentos da vida! Mãe e avó presente dedico às minhas netas,filhos, nora e genro, marido, pieces of my life! Fazendo parte importante das minhas conquistas e realizações dedico este trabalho a todos que me incentivam e apoiam.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Hoje olhando brinquedos numa loja, já para o dia das crianças me veio a lembrança dos brinquedos antigos que não tinham tanto brilho, tanta atração como os atuais, mas que simbolizavam tanta pureza, alegria e emoção por parte das crianças. A variação não era gigantesca e não se fugia dos tradicionais. Atualmente são lançados no mercado tanta variedade que as próprias crianças não se interessam muito por terem em excesso e eles não representarem uma conquista por mérito, ou por serem substituídos por algo diferente no outro mês.Vi a insatisfação de uma criança ao escolher um brinquedo e nada servia. A mãe tentava mostrar-lhe jogos e o menino não se interessava por nada. Lembrei-me que a minha netinha aqui em casa ontem, brincou com as ferramentas e trena do avô numa felicidade, e concluí que apenas precisamos colocar interesse e imaginação para fazer um brinquedo legal! Isa Mendes

2 comentários:

  1. Tenho saudade dos nossos brinquedos. Eram simples, não falavam, não corriam, não davam risos de alegria, não se automontavam e desmontavam, mas deixavam a gente falar, correr, rir, montá-los e desmontá-los. E a nossa imaginação corria solta; um pouco de barro bastava para modelarmos panelas, potes e tudo mais que nossa vontade desejasse. Um dia, ganhei do meu avô uma bonequinha que fazia xixi. Foi o máximo! Adorei justamente porque era raro. E quando você (ou Vânia) ganhou um bebezinho que engatinhava! Que sucesso! Adorávamos qualquer coisa, bastava que fosse um presente, algo que servisse para brincar. Bjs da prima.

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  2. A criança que tem tudo, tende a não valorizar nada!
    Educar não é fácil, pois é necessário impor limites e mostrar à criança que um dia ganhamos, no outro não. Mas "não ganhar" também é tão importante quanto "o ganhar"!
    Débora

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